quarta-feira, 25 de abril de 2012

DON QUIJOTE DE LA MANCHA



"Así, ¡oh Sancho!, que nuestras obras no han de salir del límite que nos tiene puesto la religión cristiana, que profesamos. Hemos de matar en los gigantes a la soberbia; a la envidia, en la generosidad y buen pecho; a la ira, en el reposado continente y quietud del ánimo; a la gula y al sueño, en el poco comer que comemos y en el mucho velar que velamos; a la lujuria y lascivia, en la lealtad que guardamos a las que hemos hecho señoras de nuestros pensamientos; a la pereza, con andar por todas las partes del mundo, buscando las ocasiones que nos puedan hacer y hagan, sobre cristianos, famosos caballeros." (Don Quijote de La Mancha) 


"Sonhar mais um sonho impossível.
Lutar, quando é fácil ceder.
Vencer o inimigo invisível.
Negar, quando a regra é vender."
Chico Buarque


Don Quijote de La Mancha, do espanhol Miguel de Cervantes, foi eleito em 2002 o melhor livro da lireratura de todos os tempos, numa pesquisa de opinião realizada pelo Instituto Nobel da Noruega com os mais renomados escritores da atualidade.
Tive o enorme prazer de ler o Dom Quixote no original, com os naturais percalços da "hermana" língua castelhana. Em verdade, reputo o Dom Quixote minha maior façanha no universo da leitura, nem mesmo superável pelo apreciar paulatino, que sigo claudicante, da Divina Commedia, no dialeto de Dante.
O Dom Quixote é um grande clássico da humanidade, merecidamente eleito o maior de todos os tempos; uma leitura obrigatória que influenciou escritores como Dostoievski, Shakespeare, Walter Scott, Charles Dickens, Gustave Flaubert, James Joyce, Jorge Luiz Borges, Machado de Assis, Lima Barreto... Enfim, quase tudo de bom que lhe sucedeu.
As andanças do engenhoso cavalheiro idealista, defensor dos fracos e oprimidos, acompanhado do seu fiel escudeiro, parvo e realista, Sancho Pança, são uma das minhas grandes influências, uma eterna inspiração, na arte e na vida. 

Francisco Eliton Meneses

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