sem um Deus que nos proteja,
sem um pai que nos proveja,
sem ter vela no escuro?
Como então descer do muro,
com a fera a nossa espreita,
com a vista sempre estreita,
sempre um medo do futuro?
sem um pai que nos proveja,
sem ter vela no escuro?
Como então descer do muro,
com a fera a nossa espreita,
com a vista sempre estreita,
sempre um medo do futuro?
Como sair do apuro,
do tédio de cada dia,
da danada da agonia,
sem conhecer Epicuro?
Como largar o perjuro,
se a vida é como a água,
na esquina sempre a mágoa
De um fim que é sempre duro?
do tédio de cada dia,
da danada da agonia,
sem conhecer Epicuro?
Como largar o perjuro,
se a vida é como a água,
na esquina sempre a mágoa
De um fim que é sempre duro?
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